Terça-feira, Maio 27, 2008

Receitas, a série continua - Strogonoff DeRose

Receita maravilhosa.

Strogonoff DeRose
Ingredientes
Cebolas;
Palmito macio;
Cogumelos;
Queijo mozzarella;
Provolone e um terceiro à sua escolha;
Molho de tomate;
Natas ou béchamel ou iogurte;
Orégano;
Cardamomo em pó;
Noz moscada;
Molho de pimenta verde ou vermelha, quantidades a gosto.

Se faltar um destes ingredientes, não se aflija. Substitua-o de acordo com o seu paladar e intuição. Culinária também sefaz com criatividade e improviso.
1. Corte as cebolas em rodelas e ponha a para fritar sem acrescentar nenhum tipo de óleo. Vá mexendo sempre para que não queime, mas deixe dourar bem;
2. Introduza o molho de tomate;
3. Depois acrescente um pouco de água, os cogumelos cortados ao meio e o palmito picado;
4. Que tal um pouco mais de água?
5. Assim que ferver, baixe o fogo e adicione os queijos. Vá mexendo para não grudar;
6. Quando os queijos estiverem derretidos, acrescente as especiarias:orégão, cardamomo; noz-moscada e o molho de pimenta. Sal, nem pensar! Sem demora, acrescente o molho bechamel, ou então o iogurte.
É uma delícia, tem um toque picante que fica demais!

Terça-feira, Maio 20, 2008

A identificação

O Yôga Antigo é sustentado por sua tendência comportamental – o Tantra.
Muito confundida, essa filosofia engloba sutilezas que lapidam o ser em áreas recônditas e pouco estimuladas.
Imagine uma sociedade baseada na força da mulher, na apreciação e reverência desse indivíduo que tem o poder de dar a luz a outro ser e cultiva a sensibilidade naturalmente. Assim era constituída a civilização do Vale do Hindu, berço do Yôga. Especula-se que se tratava de uma cultura muito bem desenvolvida, com estrutura política extremamente organizada etc.
A identificação, nyása, é um dos artifícios do Tantra.
Você deve ter experimentado situações cotidianas de pura empatia. A convivência gera um processo natural de identificação e a partir dele surgem atitudes semelhantes a do identificado, como o uso de expressões verbais semelhantes, trejeitos, atitudes, maneira de vestir-se etc.
No Yôga Antigo traz-se à tona este processo de forma consciente, com finalidades específicas.
“A prática de nyása consiste em chegar à essência daquilo a que direcionamos o foco da atenção, levando-nos a incorporar suas respectivas características. É como se o observador se tornasse o próprio objeto observado, em uma referência a Patañjali, assim como o cristal se identifica com a cor do objeto próximo. (Yôga Sútra, I-4)”. Trecho extraído do livro Pújá, a força da gratidão, (Sérgio Santos, Ed. Nobel, 1ª edição, pág. 77).

Existem muitas formas de gerar esse processo, tais como: mantra, meditação, shiva natarája nyása (prática de identificação com Shiva Natarája, o rei dos bailarinos) entre outras.
Estas vivências devem ser acompanhadas de profissionais habilitados, formados e revalidados.
Abaixo, um pequeno texto que descreve com entusiasmo a identificação com Shiva Natarája (ver foto). Em sua estátua de bronze existem diversas referências a mitologia que envolve o criador do Yôga. Entretanto, através do nyása em nossa filosofia naturalista, busca-se a identificação com o verdadeiro Shiva, humano, que viveu e morreu, entretanto possuía seu virtuosismo que culminou na Nossa Cultura, o Yôga Antigo.

Nyása - identificação

Imagina-te, dentro do círculo de fogo,

Acima da ignorância...

Livre para uma nova experiência,

Transforma teus cabelos em rios sagrados,

A água escorre levando o véu que insiste em confundir, obliterando a luz,

Agarra o tambor e sai da roda que consome a vida,

As leis Universais deixarão de atuar...

Veste a pele do Tigre,

Sucumbe o intelecto, matéria sutil e refinada, ele não é mais o veículo do aprendizado,

Acaricia a naja que circunda teu pescoço, pois não tens o que temer,

Aberto o comando no tricuti, vê que sentidos, sentimentos, pensamentos e desejos não são idênticos ao Si,

Intui para refletir a mônada, que apenas existe e observa inerte...

Já sentes o tato da ignorância na planta do teu pé,

Agora é o momento de transmutar a consciência para as mãos assumindo o escudo que protege majestosamente a herança,

Contempla a tua libertação Ser!

Transforma-te no mito de bronze!

Imortaliza na carne o que há vivo por trás dele,

E jamais serás igual.

Ricardo Melo

Segunda-feira, Maio 05, 2008

A arena atual, pão e circo

Os filmes constituem umas das fontes que gosto de usar para me nutrir antes de escrever. Vejo de um a dois filmes por semana e adoro cinema. Todavia, se estiver sozinho costumo resgatar alguns que já assisti. Estes dias, foi a vez de, Gladiator, EUA, 2000, direção: Ridley Scott – ator principal: Russel Crowe.
Quando estou em dúvida de qual filme assistir, o ator pesa bastante. Russel é um que gosto.

A probabilidade de você ter assistido é bem grande.

“O ano é 180 e o general romano Máximos, servindo ao seu imperador Marco Aurélio, prepara seu exército para impedir a invasão dos bárbaros germânicos. Durante o combate, Máximo fica sabendo que Marco Aurélio, já velho e ciente de sua morte, quer lhe passar o comando do Império Romano. A trama onde Cômodo, filho do imperador, mata o pai, assumindo o comando do Império, não é historicamente verídica. Na verdade, Cômodo assumiu quando seu pai morreu afetado por uma peste, adquirida durante uma nova campanha no Danúbio.
Enquanto Cômodo assume o trono, Máximo que escapa da morte, torna-se escravo e gladiador, travando batalhas sangrentas no Coliseu, a nova forma de divertimento dos romanos. Máximo, disposto a vingar o assassinato de sua mulher e de seu filho, sabe que é preciso triunfar para ganhar a confiança da platéia. Acumulando cadáveres nas arenas o gladiador luta por uma causa pessoal, de forma quase que solitária e leva benefícios ao povo, submetido pela política do pão e circo.”

Esse é o ponto que queria chegar. Havia visto o filme há algum tempo, mas a percepção desta vez ficou vidrada ao Coliseu e a política pão e circo.
Foi impossível, e acredito que vários já tenham sentido o mesmo, não comparar o Coliseu ao maracanã ou qualquer outro estádio.
Duas sensações me envolvem dentro desse quadro.
a) Evoluímos razoavelmente, pois pelo menos não há matanças explícitas no campo de football.
b) Infelizmente a política de controle da massa segue a mesma filosofia de tempos antigos.
Ainda nesse ano de 2008 peguei táxi antes de viajar para São Paulo. Sempre converso com o motorista. Durante o assunto profundo ele constatou que minha vida era horrível, pois eu não gostava de football.
Me preocupei muito com a minha qualidade de vida e existência naquele instante. Mentira. Fiquei com pena dele.
Colocaram uma venda aos olhos e disseram: _ vá viver, não pense muito.
Nada contra o esporte, muito menos com o indivíduo citado. Aliás, não se prenda ao exemplo em si, por favor.
O Coliseu em Gladiator é a final de campeonato. Ele suportava até 100 mil pessoas, sendo utilizado para combate de gladiadores e também, para o martírio de inúmeros cristãos.
A função era dar alegria ao povo enquanto coisas importantíssimas surgiam ou deveriam ser solucionadas. Doenças, pragas, qualidade do ensino, crianças pobres, fome etc.
Os problemas são os mesmos até hoje? Sim.
Os eventos aumentavam a simpatia entre o povo e o Imperador, que lhes ofertava tanta alegria.
Penso que a forma de ver o football, pode ser mais nobre. Vê-lo por um real gosto, como diversão etc. é bonito e emocionante. Entretanto, mantendo sua consciência sã, limpa e bem atenta para não ser ele a única alegria da vida. Há coisas muito belas a serem conquistadas dentro e fora de nós.
O pão e circo continua e funciona. Contentar-se com o ensino dado em colégios, faculdades etc. sem buscar nada além disso, é viver o embotamento proporcionado pela estratégia política, é ir ao Coliseu atual.
A utilidade desses eventos, não só dos campos de football, é eficaz.
A política ainda nos trás o pão e circo. E aceitamos de braços abertos, aplaudindo e gritando – é campeão!
Não sou infeliz por não gostar do football. Mas como isso é tão gritante na TV, nas propagandas, jornais, nos bares, em casa etc. alguns se preocupam com a felicidade de quem não gosta.
Pão e circo, é a educação dada. Ultrapassada, encarceiradora da criatividade e liberdade.
E quando a política for: conhecimento e livros, ou autoconhecimento e oportunidade ou... (tem tanta coisa melhor do que aquilo!) quem serão os líderes?
É mais fácil manipular a ignorância. Mas só um ignorante gostaria de liderar outro.

Esperto são os que lideram inteligentes, e os motivam.

A esses, tiro meu chapéu e penduro as chuteiras.

Ricardo Melo

Segunda-feira, Abril 28, 2008

O poder das Frutas - Laranja

Esta fruta é riquíssima em vitamina C, que tem como principais funções auxiliar o organismo na resistência às infecções, formação dos ossos e dentes, cicatrização das feridas e queimaduras, dá vitalidade às gengivas, evita hemorragias e conserva a mocidade, enfim, reforça as defesas do organismo contra todas as agressões.
Contém também quantidades consideráveis de Cálcio, Fósforo e Ferro. O Cálcio atua na formação dos ossos e dentes, coagulação do sangue e construção muscular. O Fósforo ajuda também auxilia na absorção da glicose (principalmente para nutrir o cérebro, evitando fadiga mental). O Ferro faz parte do sistema produtor de energia e leva às células o oxigênio que os pulmões respiram.
A vitamina C, elemento nutritivo mais importante da laranja, se oxida e se perde com facilidade. Para que isso não aconteça e se possam aproveitar melhor suas qualidades nutritivas, deve-se observar alguns cuidados como: consumir no ponto certo de maturação; só descar se for ingerir imediatamente; se for cortar, use faca de lâmina de aço inoxidável (outros metais atuam sobre a vitamina).
A laranja corrige a excessiva acidez do organismo; é estimulante do sistema circulatório, combatendo a inflamação das veias; e ativa o trabalho das glândulas segregadoras de suco gástrico, facilitando, desta maneira, a digestão e funções intestinais. Aos enfermos de gota e diabéticos, recomenda-se esta fruta, pois é rica em sais minerais e substâncias neutralizantes, influindo favoravelmente na eliminação do ácido úrico.
Na hora de comprar laranja deve-se dar preferência às mais pesadas, pois são as que apresentam maior quantidade de suco. De uma forma geral ela deve ser firme, sem ceder à pressão dos dedos.
A laranja conserva-se em geladeira de 1 a 2 semanas e o seu período de safra é de março a setembro e janeiro.
Cem gramas de laranja fornecem 42 calorias.

Rimando a tristeza, tornando-a amor











Triste… triste,

Fico eu.

Sempre... porque erro, mesmo quando amo.

Estes dias me peguei cometendo um destes, erros, foi triste.

Como foi...

Só fui perceber que amava após o vislumbre da perda. Perdão, por favor.

E quase...

A vida já havia me ensinado.

Erros, constantes,

Lembram-me que sou humano,

Não quero mais sentir isso, desisto,

Minha companhia, você, não me deixe à mercê,

Olhe, diga-me todos os dias com os olhos, para meus olhos,

O que palavras não dizem a minha boca, nem as minhas mãos,

Falácias faladas, ou escritas,

Diga-me que te amo! Pois assim já o é...

Não vá embora, não,

Nem ameace, retenha as águas dos meus olhos,

Eu erro e repito, sempre quando pisco, eu insisto, com fervor,

Acima de qualquer coisa,

Continue a ser, meu amor.

Ricardo Melo